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Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa e Região

Mulheres Bancárias de Ponta Grossa e Região e a luta por Igualdade de Oportunidades

13/04/2023
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Mulheres Bancárias de Ponta Grossa e Região e a luta por Igualdade de Oportunidades



Salário de Mulheres é 22% menor que dos homens nos Bancos 
Situação no mercado de trabalho bancário é ainda pior que demais setores e sindicatos tem cobrado igualdade de salários e condições de ascensão profissional
A desigualdade na média salarial entre homens e mulheres no setor bancário é pior do que na média que reúne todos os setores da economia: 22% no sistema financeiro contra 21% na média geral.
O mercado de trabalho brasileiro discrimina mulheres e, quanto maior escolaridade, maior a diferença salarial. No caso de trabalhadores com ensino médio completo, por exemplo, as mulheres recebem em média 80,6% do salário dos homens. Entre os trabalhadores com doutorado, elas recebem 78,5% do salário dos colegas.
É necessário que os bancos criem um programa de valorização das mulheres e de igualdade de oportunidades.
Nova Lei contra desigualdade 
O Projeto de Lei apresentado pelo atual Governo prevê que empresas que pagam salários diferenciados a uma mulher que tem o mesmo tempo de casa, a mesma função e com escolaridade similar a um funcionário homem serão multadas em dez vezes o valor do maior salário pago na mesma firma. O texto seguirá para análise do Congresso Nacional.
Também foi um avanço a regulamentação das convenções 100 e 111 da OIT [Organização Internacional do Trabalho] pelo Governo Federal que garante salários iguais entre gêneros para as mesmas funções, aguardamos o tramite do Projeto de Lei.
Discriminadas na contratação 
Em gestão estratégica, como gerentes gerais de agências, superintendentes, regionais e diretores a participação feminina é muito pequena nos cargos do topo da carreira.
Em 2022, houve favorecimento do sexo masculino, com abertura de 3.933 vagas para eles e a eliminação de 1.106 postos de trabalho entre as mulheres. As admissões de mulheres foram 19,1% menores que a dos homens e os desligamentos 5,4% superiores entre as mulheres, resultando assim no saldo negativo.

Fatos que afligem principalmente ou unicamente os bancos da rede privada, enquanto nos Bancos Públicos atualmente temos duas Mulheres nas Presidências.



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